Que eu demoro meses para fazer uma review de algum produto, já todo mundo sabe, e como entretanto mudei toda a minha rotina de cuidados de rosto, aproveito para falar de dois cremes, um que usei durante 2007 e 2008, e um que comprei em Dezembro passado para substituir o anterior, isto tudo, porque logo, logo, quero falar dos novos produtos que comprei.
Antes de vir para cá em Setembro de 2007, resolvi sair em busca de um creme para usar cá, já que seria um clima totalmente diferente do que estava habituada. O que eu procurava? Procurava um hidratante cremoso, que não me deixasse a pele oleosa, e que ao mesmo tempo desse conta das crises de desidratação que tenho tendência a ter, quando a pele é agredida.
Como sou de luas, andava numa fase de querer algo à base de plantas, óleos essenciais, então fui a uma parafarmácia e depois de muuuito tempo de conversa com a vendedora, trouxe o Creme Fraîche de Beauté Suractivée da Nuxe. Ele é mesmo um hidratante direccionado para combater a desidratação, fazendo parte da sua composição, 8 leites vegetais e 5 seivas vegetais que actuam ao nível da hidratação, 4 óleos essenciais para um efeito reequilibrante e anti-stress e extracto de romã, que estimula a circulação de água na epiderme.
Resultado:
É uma maravilha! Bem denso (como eu gosto), seca rapidinho e não deixa a pele oleosa. Uma sensação constante de pele bem nutrida, e um óptimo creme de regeneração para a noite também. Eu usava-o duas vezes por dia e mesmo assim, cada boião durava em média seis meses. Uma óptima relação custo / beneficio.
Eu sou uma fã assumida e por isso suspeita também, mas super recomendo a marca Nuxe, façam uma visita lá no site e vão descobrir produtos maravilhosos, e que eu ainda quero muito experimentar.
Depois de o ter comprado e recomprado, quando ele começou a dar as últimas, comecei a pesquisar um novo creme (não sei porque fui inventar moda), achei que já estava na hora de usar algo que começasse a trabalhar na prevenção, mas que continuasse a ir de encontro com as minhas necessidades e com o clima tropical.
Depois de pesquisar, de ver e rever as várias opções (tantas que até confundem), cheguei a dois resultados possíveis, ou o Superdefense da Clinique, ou o HydraQuench Cooling Cream-Gel da Clarins. Quando finalmente peguei o avião rumo a Portugal, como tive que esperar umas três horas pela ligação em Lisboa, aproveitei para fazer a compra lá mesmo. Já nem sei bem o porquê, mas de certeza que foi pela conversa da vendedora, que comprei o da Clarins.

HydraQuench, é uma gama, onde para além do tipo de pele, tem em conta o clima em que se está inserida. Ele é um creme-gel que proporciona efeito refrescante para peles, normais a mistas, ou para peles que estejam sujeitas a climas muito quente e húmidos (quer mais alguma razão para eu achar que este seria “o” meu creme??).
É composto por:
- Extracto de Katrafay que evita perdas de humidade.
- Óleo de amendoim Inca que repõe um filme de protecção hidrolipidica
- Ácido hialurônico, um componente natural da pele capaz de reter até 1.000 vezes seu peso em água, aumenta a hidratação.
- Extracto de alfafa que aumenta a produção de colágeno, regenera intensamente, e minimiza rugas prematuras.
- (E também por um outro composto, que não lembro o nome, que actua contra os radicais livres e todas as agressões exteriores)
Resultado:
Para mim, não funcionou. Embora soubesse que exigia um esforço da minha parte, odiei a sua textura, que é mais para gel do que para creme. Não me fez sentir a pele ressecada, mas também não era confortável a sensação que ficava, secava rápido demais, parecia que não tinha passado creme nenhum, e é obvio que consequentemente esse boião que até tinha mais 10ml que o da Nuxe, acabou por durar bem menos, cerca de três meses eu acho, e isto que era só uma aplicação diária.
O seu preço até é quase mesma coisa que o da Nuxe, mas mesmo tendo mais produto, não compensa, porque se vai num instante.